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Amauri Soares nega abertura de investigação contra Manoel Soares

Executivo diz que assume o cargo apenas a partir de junho e que não tem nenhuma relação com o assunto

Foto: Globo/Kelly Fuzaro
Manoel Soares


Futuro diretor da TV Globo e ex marido de Patrícia Poeta, Amauri Soares negou que tenha pedido a reabertura de qualquer processo no Compliance da emissora envolvendo denúncias relacionadas ao apresentador do Encontro Manoel Soares. A coluna obteve com exclusividade uma troca de mensagens entre o futuro diretor da emissora e um colega de trabalho da emissora. Os prints serão preservados (porém devidamente guardados) nesta publicação para preservar a fonte da coluna.

Na troca de mensagens, Amauri Soares é questionado sobre as notícias que foram veiculadas nesta última semana em diversos veículos. As notas afirmavam que ele havia pedido a reabertura de uma investigação contra o apresentador após supostas denúncias feitas por funcionários da Globo sobre comportamentos inadequados por parte do jornalista dentro do canal.

De acordo com o diálogo  que a coluna teve acesso, Amauri diz que também teria sido procurado por Manoel Soares, e que "não teria nenhum envolvimento com este assunto". 

O ex de Patrícia Poeta também teria argumentado na troca de mensagens que "só assume a direção dos Estúdios Globo em Junho, e que até lá Ricardo Waddington é quem responde de forma plena" sobre todos os assuntos relacionados a competência do cargo. Amauri ainda teria reforçado na mensagem que confia no trabalho de Waddington até passagem definitiva de bastão.

No diálogo, o futuro diretor geral da Globo também deixa claro que teria tranquilizado Manoel Soares sobre as notícias veiculadas e que, inclusive, se solidarizava com seus familiares após a informação de que os filhos do apresentador estariam sendo hostilizados no colégio.

Amauri Soares ainda teria reforçado nesta troca de mensagens que teria se colocado à disposição de Manoel Soares para ser procurado e conversar sempre que o apresentador sentisse necessidade, a fim de que o jornalista "possa ter paz, bem como os demais envolvidos".