Pyong Lee
Reprodução/Instagram
Pyong Lee

O ex-BBB, youtuber e hipnólogo Pyong Lee está sendo cobrado judicialmente por um banco. A notícia não é novidade. Ela foi vazada pela imprensa há três anos. O que o leitor não sabe, é todo desdobramento ocasionado na vida do youtuber desde a abertura da ação. O processo envolve um empréstimo contratado em outubro de 2022 e foi ajuizado contra a empresa Pyong Produções Eireli, com sede em Barueri (Grande São Paulo), além do avalista Jaime Young Lae Cho, nome verdadeiro do artista.

De acordo com o banco, as partes firmaram uma cédula de crédito bancário no valor de R$ 450 mil, com pagamento previsto em 48 parcelas de R$ 16,5 mil, com o primeiro vencimento em janeiro de 2023. No entanto, ainda segundo a instituição financeira, Pyong teria deixado de cumprir o compromisso e passou a ficar inadimplente a partir de maio, o que motivou o avanço do processo.


No decorrer da ação, o ex-BBB chegou a pedir uma audiência de conciliação e teria conseguido firmar um acordo homologado pela Justiça, mas ele não teria sido cumprido. Pelo combinado, Pyong teria se comprometido a pagar a dívida em 84 parcelas, porém, com o descumprimento, o banco solicitou medidas mais duras, incluindo a penhora de valores em contas bancárias vinculadas ao artista.

Com autorização judicial, o banco passou a efetivar bloqueios mensais em diversas contas, que variam desde valores baixos, como R$ 70, até montantes maiores, chegando a R$ 3 mil. A Judtiça chegou a enviar um ofício ao google para saber dos rendimentos digitais de Pyong, mas a plataforma informou que os últimos ganhos não giravam mais do que R$ R$ 4 mil mensais. Agora, o banco afirma que Pyong estaria ocultando patrimônio e pede à Justiça que, além dos bloqueios recorrentes nas contas do artista, sejam bloqueados também todos os cartões de crédito e débito do hipnólogo. O banco sustenta que a dívida, com atualização e encargos, já se aproxima de R$ 1 milhão.

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