Juliana Palmer e Marcos Duarte
Alessandro Lo-Bianco
Juliana Palmer e Marcos Duarte


Agora ex-assessora de imprensa de Rayane Figliuzze, Ju Palmer (que mantém emorme casting de artistas e inflenciadores) compareceu nesta sexta-feira (5) acompanhada de seu advogado, Dr. Marcos Duarte, à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (DECRADI), no Rio de Janeiro. O objetivo da visita foi o registro formal de uma queixa de crime de racismo e agressão que a profissional teria sofrido. O incidente teria ocorrido por parte da "assessora Segura Bolsa" de Rayanne, no contexto dos desdobramentos de uma recente briga envolvendo Ju Palmer, até então assessora de imprensa de Rayane, Belo, a própria Rayane e sua "assessora pessoal segura bolsa".

Em um vídeo enviado a este colunista e exibido no A Tarde é Sua, Palmer fez questão de esclarecer da delegacia a gravidade da situação, refutando qualquer insinuação de que o ocorrido tivesse sido um simples "desentendimento" ou "uma mera discussão". Em sua declaração, ela descreveu o ato como uma agressão premeditada: "Eu fui ofendida, eu fui agredida fisicamente e verbalmente, " afirmou a ex-assessora, sublinhando a natureza violenta e intolerante dos atos cometidos contra ela naquela noite.


Ao explicar sua decisão de buscar a via legal, Ju Palmer ressaltou o fato de nunca ter passado por uma situação semelhante, mas que a experiência a fez entender a importância da denúncia. "Eu não queria estar nessa posição, né? Meu lugar sempre foi atrás das câmaras," desabafou. No entanto, ela deixou uma mensagem clara sobre o caminho para a reparação: "Eu entendo que a gente não faz justiça calado. A gente só faz justiça quando a gente procura a justiça."

Sua presença na delegacia, segundo ela, não se limita à busca por sua reparação pessoal. A atitude visa também dar voz a outras vítimas: "Eu estou aqui não só por mim, mas por todas as mulheres que já passaram por isso e não tiveram coragem de se defender," declarou. Palmer também aproveitou o momento para agradecer o apoio irrestrito que recebeu nas redes sociais e o respeito dos veículos de comunicação, que, segundo ela, a conhecem e sabem quem ela "verdadeiramente é".

Acompanhada do Dr. Marcos Duarte, a profissional encerrou sua fala expressando a confiança no sistema legal brasileiro. Após detalhar o sofrimento e a violência, tanto física quanto verbal, a que foi submetida, ela manifestou sua expectativa de que o caso seja tratado com a seriedade necessária e que a lei seja aplicada de forma rigorosa. "Eu espero que a lei seja feita, eu acredito que ela vai ser feita," concluiu Ju Palmer, buscando um desfecho judicial para os crimes sofridos.

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