
A atual edição do Big Brother Brasil segue ampliando sua força comercial e não está apostando apenas na maior premiação da história do reality para movimentar o jogo. A Globo decidiu acelerar uma nova estratégia: brothers que se destacarem até o primeiro mês de programa já poderão começar a fazer publis dentro da casa, tornando-se parte direta das ativações das marcas ainda durante o confinamento.
A medida antecipa algo que, até então, era mais comum acontecer após o fim do programa, quando participantes ganham contratos e começam a faturar com publicidade fora do BBB. Agora, o retorno financeiro pode acontecer mais cedo: quem conquistar protagonismo logo no início poderá ser selecionado para ações comerciais em cena, com destaque nas entregas publicitárias realizadas dentro da própria dinâmica do reality.
Segundo fontes da área comercial do canal, a emissora definiu uma tabela oficial de valores por ação, diferenciando o cachê pelo perfil do participante. Para os integrantes do grupo Pipoca, o valor estipulado é de R$ 3.500 por ação publicitária. Já ex-BBBs terão cachê de R$ 6.500, enquanto os competidores do grupo Camarote aparecem no topo com R$ 9.000 por ação, refletindo o alcance prévio e o peso mercadológico dessas figuras.
Essa edição consolida então prêmio recorde com publicidade em ritmo acelerado. E muda também o jogo dentro da casa: além de escapar do paredão, virar destaque cedo com as marcas pode significar não só popularidade, mas dinheiro na conta e vitrine garantida, ainda com o programa no ar.
